3.2.06
SMS - Save My Soul!
Era uma vez uma senhora e um senhor
2.2.06
Que me queres tu, a mim,...
Depois de destampadas pela remoção da mania primeira e rainha de todas as outras - a de que não tenho manias nem hábitos firmes -, começam a surgir aos magotes, vejo que nem sequer em fila indiana!, golfadas e golfadas de manias.
1.2.06
Manual de instruções #13
Roendo um pastelito de bacalhau em Hyde Park
31.1.06
Mulherzinhas históricas
Enquanto não chega o dia 4 de Abril de 2048
30.1.06
Lamentações oblíquas
Postas literárias de cacaracá*
*ortografia corrigida
Serviço de cicerone*
PS: Possuímos ademais excelente serviço de apostas com palpite já formado a propósito da próxima playmate do Lutz, identificado que está o colega de jogos italiano - um rapazinho, com aquela cara de bonzinho, que se tornou num bom atrevido, oh sim..., pela maciota.
* Gratificação não incluída e bem-vinda.
Palavras larvas
28.1.06
A doçura do espírito e das palavras
DÜRER, Nossa Senhora da pêra. 1512A pêra foi agora cortada e o menino toma-lhe a lição de doçura. Nunca foi criança tão irrequieta, nem nunca tão crioulo como aqui. Doce na boca, doce nas palavras, o menino aprende a lição da pêra. Uma cinza dourada desce apenas até à fronte de ambos. Doçura de claridade nas mentes. A lição é a da sabedoria. O menino aprende-a.
27.1.06
O prato da casa
Não se mostra o que não há que mostrar, pois, ao contrário de outros, este é verdadeiramente um blogue de família, mas eis aqui o momento em que é adicionado o leite à sopa de peixe. Nas costas do sabayon
Pergunta género-paisagística e sua amena resposta e é pró menino e é prá menina
O que é que um alemão em Portugal faz com a paisagem natural?
Naturezas femininas coleantes.
E é prá menina:
O que é que uma portuguesa na Alemanha faz com a paisagem natural?
Mansas naturezas masculinas.
[E já agora, parabéns Helena, nunca vi uma paisagem tão próxima do corpo masculino! Bem achada!]
Pergunta perguntadeira e sua responsiva resposta
Mozart.
Pergunta de algi-beira e sua cão-petente res-posta
Dói o frio de cão na ovelha.
23.1.06
Romance avant la page
Nem vitória estrondosa, nem chumbo maciço.
Cenas do próximo episódio
22.1.06
Isto não começa nada bem
Se eu alguma vez
Tempo de encomenda
21.1.06
Deixa sangrar, caramba!

É assim que os amores para olvido devem ser tratados*: não esquecer envelopar a genitália, o ventre outrora patinável e a zona circundante da glote, por vezes tenra. Não vale a pena o paninho quente.
E agora, vou apanhar ar.
Nitsch ad, ab nichts!
*Rectificação, interrompendo o arejamento: este post é o resultado da minha latente natureza masculina, já que foi produzido sob a influência do chamado espírito play station (Because men, generally, have PlayStations, lembrou a Inês recentemente). Digo que são os "amores" que devem ser tratados dessa maneira, não os "rapazes"! Esses devem ser bem tratados sempre, ainda que não seja porque mais cedo ou mais tarde, se não se desviarem, regressarão aos tratos das nossas sorores, e se não for das nossas sorores será aos dos nossos amigos. Percebo, de acordo com recente lição sobre a natureza feminina, que poderia pensar-se que me referia aos "amados" e não aos "amores". Fica feita a legenda. E agora, vou mas é fazer uma sauna ou qualquer outra coisa delicada, que o brioche continua a levedar e o dia está azul.
Coisas de perfil
Da efeméride que 'floréce' e do brioche que 'créce'
Na melhor técnica, é de véspera que se preparam os brioches.
19.1.06
Room service
Pós-post com uns diazitos de atraso (mas antes da referência feita pelo Xicuembo não tinha sentido ser caso deste esclarecimento): Este texto, com link embebido, foi bifado do Hotel Sossego. Assim, tipo souvenir...
Manual de instruções #11
18.1.06
Da virtude no casamento
Ca tem nada na ês bida más grande que amor

Pois não, não tem.
Coisas que em português imesclo não soem dizer-se com tanta limpidez. Um rodriguinho vivaz, oxiúro nos largos caudais do saber-que-se-sente, mina de fininho o sentir e faz do impulso, doença. Trôpega tradição. Mas não menos comovente.
O manuscrito é de Eugénio Tavares.
17.1.06
Retrato

Seria assim. Talvez denso mas não compacto. Cheio mas disperso, ampla malha. As cores seriam simples. Seria assim talvez. Estarias flagrante na ausência.
Sol LeWitt. Wall Drawing #65. Lines not short, not straight, crossing and touching, drawn at random using four colors, uniformly dispersed with maximum density, covering the entire surface of the wall. Pormenor.
15.1.06
Ratinhos presidenciáveis
Excepção de grave urgência feminil. Sou fêmea e estou-me nas tintas para a pátria

12.1.06
Homens mecânicos e super-heróis
O caminho da democracia é para a frente
O Estado sou eu - também
O enfado enorme
Isso já me passou, contudo.
Depois de ver o número de sapateado de JPP a tentar disfarçar o bocejo que é Cavaco Silva com a pretensa hipotonia do povo, logo ali repreendido, recuperei da letargia.
Pela primeira vez associei algo de positivo à hipotética vitória de Cavaco: como é que JPP se colocaria nesse quadro? Especializar-se-ia a dourar-lhe a aridez das ideias ou enveredaria por missão apostólica de educar a populaça impensante?! Coelho e cartola ou malabarismo?
10.1.06
1% a day...
Ao fim de um dia de campanha, menos 1% nas intenções de voto.
Figas insanas para que a tendência se mantenha. Abrenúncio.
Não gostei. Gostei
- de Manuel Alegre, de comitiva e campanha eleitoral com todos, a passear homenagens no cemitério;
- da explicação (?) que Soares deu para deixar de responder aos jornalistas (embora a título individual tenha toda a minha solidariedade, aquilo deve ser um pitéu).
Gostei:
- de ver o senhor que tinha ido ao jantar do Cavaco Silva, com a mulher e a sogra, dizer que estavam lá todos os militantes do PSD;
- de ser entrevistada para uma sondagem. Por alguns momentos, decidi os resultados eleitorais.
E depois? Morreram as vacas e acabaram-se os bois. Sonhar é bom.
9.1.06
Shaw
Demonstração de que sempre há algumas vantagens numa economia de trocas directas - e com a licença de JG, que levou, na troca, a carta de Schiele abaixo postada - apraz-me muito colocar aqui o retrato deste cavalheiro.8.1.06
Entrada de leão ...
Será que ...
7.1.06
Intimismo insanoterapêutico com ídolo, prece e tudo

6.1.06
Colhendo doce educação
5.1.06
Zelig, eu e Cavaco Silva
4.1.06
Atalanta
O que não gosto nele*
* No ano. Já disse que não sou de desconsiderar a difícil condição masculina.
Ele e ela
Jordaens, Hippomenes et Atalanta. 16303.1.06
2.
n.
1. A decline viewed in disappointing contrast with a previous rise: the anticlimax of a brilliant career.
2. Something trivial or commonplace that concludes a series of significant events: After a week of dramatic negotiations, all that followed was anticlimax.
3. A sudden descent in speaking or writing from the impressive or significant to the ludicrous or inconsequential, or an instance of it: "Waggish non-Yale men never seem weary of calling 'for God, for Country and for Yale' the outstanding single anticlimax in the English language" Time.
2.1.06
Sobressalto num semáforo vermelho
Safa! Há lapsos de leitura que são granadas hermenêuticas.
1.1.06
Off he eventually went
31.12.05
30.12.05
29.12.05
Resíduos tóxicos
After mating for 12 to 24 hours, the pair will separate.
Good Lord! Pudera não! Não admira que alguns pareçam querer descanso de quando em vez!
O texto, ilustrado com prodigalidade, pode ser lido enquanto narrativa ou enquanto obra hermética. Lá também se lê, na última linha bem destacada:
That's the whole life cycle of Bombyx mori. It starts over again with the eggs in the spring!
Ahhh.... !
Taf(os)etá tipo multimedia se o engenho lá chegasse. Epi. Hurra!
Meden holos su lupou
Pros oligon esti to zen
To telos ho chronos apaitei
28.12.05
Subtilezas no masculino. Ou não se pense que isto também não é de cá para lá
27.12.05
Passeio microturbulento na blogosfera
26.12.05
Quatro tremores por uma só frase
25.12.05
Pensando melhor

Natal místico. Botticelli expansivo e esotérico. Eu curvo-me, com cerimónia ou circunspecção, ao esoterismo, ao sofrimento, ao misticismo mas sinto-me capaz da alegria. Hossana!
23.12.05
Entre o solstício e o equinócio
22.12.05
Aleluias à Criação
[A propósito de] citações

[Também] Vermeer gostava de citações. O motivo do quadro que se encontra à direita é* a Caritas romana - mas a representação citada não é nenhuma dessas duas de Rubens, nem as restantes já aqui linkadas, nem sequer esta e muito menos esta; outra ainda.
*WEBER, Ein neu entdecktes Bild im Bild von Johannes Vermeer, Weltkunst 70,2 (February 2000), pp. 225-228.
























