
Giorgio de Chirico. Gare Montparnasse (The Melancholy of Departure). 1914.
Não tem hora di bai sem nostalgia.
E, pensando bem, também não tem sem alguma esperança.



Além de os folhear, de os soprar, de me ver transportada sempre com espanto aos dias em que li certos livros, agora hei-de levá-los a passear algumas vezes. O princípio e o fim de alguns. Assim me arrumo (oxalá não de vez!, oxalá ocasionalmente).