Em primeiro lugar, bem-vinda. Quanto ao texto de Anscombe, o link não funciona, mas seria este? http://www.orthodoxytoday.org/articles/AnscombeChastity.shtml Ainda não li tudo mas devo confessar que não me revejo neste tipo de argumentos.
CA,agradeço as boas-vindas. E retribuo! Já corrigi o link do texto da Anscombe; aliás, dupliquei-o, colocando-o agora também na palavra "bravura". O que me fascina neste e em outros textos da Anscombe (não conheço assim tantos, mas esse fascínio assalta-me sempre) é a enorme coragem com que ela lida com as ideias, para além da capacidade que ela tinha de trocar por miúdos todos os assuntos em que pegava. Achei o texto interessante pelas dificuldades que pode suscitar à defesa do "sim" e pela consistência exemplar do ponto de vista do "não". Problemas para o sim e dicas para o não. E vice-versa, disse eu. Porque ao tratar dos assuntos dessa maneira tão enxuta e despojada, acaba por focar com muita nitidez aspectos que podem ser utilizados, reversamente, pelo "sim" e cria problemas para o "não", com a sua crueza e consistência. Por isso acho o texto interessante, embora não me reveja também nem no ponto de partida nem (por isso mesmo?) nas conclusões.
2 comentários:
Susana
Em primeiro lugar, bem-vinda.
Quanto ao texto de Anscombe, o link não funciona, mas seria este?
http://www.orthodoxytoday.org/articles/AnscombeChastity.shtml
Ainda não li tudo mas devo confessar que não me revejo neste tipo de argumentos.
CA,agradeço as boas-vindas. E retribuo!
Já corrigi o link do texto da Anscombe; aliás, dupliquei-o, colocando-o agora também na palavra "bravura".
O que me fascina neste e em outros textos da Anscombe (não conheço assim tantos, mas esse fascínio assalta-me sempre) é a enorme coragem com que ela lida com as ideias, para além da capacidade que ela tinha de trocar por miúdos todos os assuntos em que pegava.
Achei o texto interessante pelas dificuldades que pode suscitar à defesa do "sim" e pela consistência exemplar do ponto de vista do "não". Problemas para o sim e dicas para o não. E vice-versa, disse eu. Porque ao tratar dos assuntos dessa maneira tão enxuta e despojada, acaba por focar com muita nitidez aspectos que podem ser utilizados, reversamente, pelo "sim" e cria problemas para o "não", com a sua crueza e consistência. Por isso acho o texto interessante, embora não me reveja também nem no ponto de partida nem (por isso mesmo?) nas conclusões.
Enviar um comentário