Um homem exilado em casa faz tratos inconfessáveis com o silêncio vadio e mofino. E depois, ele não lhe chega. Vem dizer que afinal é na rua, o silêncio é na rua. Era, lá isso era. Oiço-o ainda às vezes. Que num recôndito sítio muito frio um véu de gelo que queima em seda se desfaça.

1 comentário:
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