Sabemos já bem do clique que fixa a quina entre o que descrito ser pode e o que pode só infimamente apreender-se no langoroso segundo infinitesimal que não previne a derrocada. Ou a erupção. Chamem-lhe paixão, chamam-lhe bem.
Arrasar os corações é uma arte afim do hipnotismo das galinhas, embora tão mais patético o que age. O método como problema integral não conhece mais letal enunciado.
6 comentários:
Eh pá!...Já venho!...
Não lhe chamem paixão. E nem só as galinhas.
concordava... mas as galinhas, não sei não, fico letalmente langoroso
Graza, oh sim, sim! Grazie!
Luís: pois sim, nada a objectar, não lhe chamem paixão, chamam-lhe bem, ainda assim ; aqui não concedo, nas galinhas, sim. Pois os ratos encantam-se, os patos imprintam-se e as ovelhas canizam-se.As galinhas,as galinhas hipnotizam-se.
Filipe, também tu e as galinhas?! Tenho de repetir: sim, sim, as galinhas!
E se alguma está com gripe?
a paixão será esse instante de vivacidade sem tempo e sem método...
já venho tb!
grazie
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