Diz que a recessão está a aumentar a venda de alimentos mais saudáveis, beneficiando a ingestão de antioxidantes e baixando o consumo de açúcares e gorduras, da mesma maneira que aumenta a venda de batons, esses convenientes elevadores do ego, em detrimento das malas, estes kits da sobrevivência urbana a que o mulherio vive agarrado à custa das espaldas. Talvez a recessão também fomente a criatividade e refresque os costumes, como já tem acontecido. Talvez uma nova nova oportunidade emerja da crescente tensão pré-eleitoral e nos classifique em massa para um upgrade civilizacional, ainda que modesto. Talvez a trajectória do pessimismo seja uma rampa afinal.

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