Achei Sócrates mais claro, mais natural, mais transparente e mais credível que o pardíssimo - e tendencialmente sinistro - painel da RTPN que a seguir comentou a entrevista (houve um que me pareceu melhorzinho, mas não fixei o nome).
Distraí-me um pouco com os perímetros abdominais dos entrevistadores, sempre que a câmara mudou o ângulo, tentando calcular quanto valeriam no conjunto (estou certa de que perto de 2 metros, mas só menciono o assunto porque dei ultimamente em reparar na epidemia, pela mão dos senhores jornalistas, diga-se), embora simpatize bastante com JAC, que não esteve mal. Não me distraí tanto, contudo, que não reparasse nas qualidades de líder e na genica de Sócrates. Só que a questão era de si tão arredada do que pode ser uma boa e nítida questão, que é muito provável que a entrevista tenho servido para reforçar tudo o que já se pensava, em ambos os lados da trincheira.
Pelo sim, pelo não, vou ver ser recolho pela casa todos os papelinhos que ainda sobram sobre o meu percurso académico, profissional, desportivo, municipal, etc, e passar a registar o tudo que faço num diário (com excepção, claro, daquilo que seja para esquecer).
Fantasio que em Belém se bebe um copito de festejos a esta hora. Nada como o sossego da nossa casinha.
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