Mona Hatoum, Pull. 1995Nada que seja críptico, nenhum som insólito que perturbe o momento performativo. Dizer certo, rápido e limpo, como se ninguém tivesse passado por ali. Também é pelo ínfimo silêncio do segundo que se segue que sabemos como estamos sós, que não dissémos - que não dizemos - as palavras certas.
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