Quando o VPV diz que o sarcasmo não o diverte tanto quanto a ironia e a seguir dá conta do alto valor que atribui ao que o diverte, como não lamentá-lo, pelo gáudio do povo exultante da sua mestria sarcástica, como não cumprimentá-lo com reverência, na compaixão da carne viva?
A entrevista ao Expresso pode ser lida, na íntegra, aqui, graças ao Atlântico.
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