18.5.07

Lengalengas, ratos e um desabamento sentimental



A generosidade da Shy, mesmo que o entusiasmo se justifique antes de mais pelo gosto do Castelo de Chuchurumel, deixou-me desconcertada. De um modo que me transportou a tempos passados, quando andava por aí, exposto à canícula, ao suão e à torreira do sol, o grande Afonso Bivar.
Sabendo-se que lengalengas e trava-línguas não são o mesmo, deixo aqui, encomendando a classificação à prudência do transeunte, este texto que, tendo sido elaborado como addenda a uma indicação minha em matéria de práticas eugénicas, acabou por deixar-me tão sem fôlego como propriamente as ditas, ou antes pelo contrário, nas suas melhores horas (e que sejam por muitos e longos anos ainda). Olhai, pois, esta lindeza, que há casulos que mais parecem baús.

Fica encomendado, gratamente, à Shy.
Andando eu de peso na consciência por manter sem expressão gratas emoções ocasionadas pela amabilidade de alguns links feitos para aqui - e correndo o risco de abusar da bonomia e largueza de espírito dos seus autores, por o fazer nesta espécie de cerimónia colectiva -, lanço daqui um agradecimento ainda:
Ao ANAUEL, com insensatez
Ao jmnk, com deleite
Ao João Tunes, simpático é o menino
À Margarete, porque sim
Ao CLeone, de blog felismino para blog feminista
Ao António P., alucinadamente
À Elisa, que a Primavera vai mais alta ainda e finalmente começa a dar sinais...- espero que aí também!
Ao Pedro, por quem ser escutada é um privilégio
À Helena, tão atenta e serena
Ao João Pinto e Castro, por várias, mas muito em particular por esta
Ao Luís e ao Lutz. Roubando beijos e pedindo a benção.

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