
Com um estado de abandono dele deste calibre, a mão ainda contra a coxa dela, e com a intensidade da expressão de serena necessidade por parte dela, o prego só pode ser metafórico.
E assim sendo, acho que exprime o desejo, que se sente, de fazer-se, de si mesma, coisa aguda - diria esdrúxula, se fosse outra pessoa - que penetra na placidez simples do espírito masculino. Ou, melhor, a placidez simples do princípio masculino.
Considero que lidar com esse desejo é o assunto especificamente feminino que suscita as decisões éticas procedimentalmente mais difíceis, encapsuladas pela minguada propriedade da linguagem, para o efeito, estrangeira.
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