Alguns dos motivos determinantes para uma decisão de IVG baseiam-se em circunstâncias que são representadas imperfeitamente por quem se decide assim: há mais apoio social ou económico ou institucional do que a pessoa representa, a pessoa está menos só e desprotegida do que pensa que está.
Parece-me oportuno e adequado oferecer esta informação a quem se propõe interromper a gravidez pelo que isso contribui para a formação de uma vontade esclarecida de uma decisão tão irremediável.
Mas, melhor ainda, esta informação devia estar disponível em espaço aberto, entrar na massa da consciência colectiva, circular com a mesma importância com que circula a data para a apresentação de declarações de IRS e a localização das repartições de finanças. Devia ir para as salas de aulas, para a televisão, para os placards das igrejas, juntamente com a informação sobre controlo da fertilidade.
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