9.2.06

Legenda sobre o post anterior. A liberdade

O post "Inocentes" é uma ironia. Não me orgulho dele porque não o acho conseguido satisfatoriamente.
Na mesma, porém, sustento a ideia: dizer "a liberdade, a liberdade, a liberdade" é um pregão fácil e porventura ligeiro e insignificante.
A liberdade não é um fim em si. Lamento. É um meio indispensável - mas não absoluto - para um fim.
Pode e deve ser limitada à prossecução desse fim. Não pode e não deve ser invocada como valor absoluto se isso limita a boa prossecução de outros meios para o mesmo fim.
A liberdade como pregão é fácil e maleável.
Gosto delas mas não me assusto, nem me hipnotizo com as palavras.

3 comentários:

Susana Bês disse...

O poder, o poder, o poder. A mídiocracia absolutista...

lb disse...

Fica-me mal perguntar qual o fim?

Luís disse...

Eu gosto Susana. E não percebo as tuas vírgulas tantas. O que achas do texto de a-estrada? Achas que são os rapazes de sangue na guelra, a mídiocracia? E substantivamente? Tens reservas?