Discordo da primeira parte.Não conheço mesmo outra forma de se representar. Obrigado por me teres levado ao vidro duplo. Oxalá ela não perca a mortífera concisão. Tu também és dupla? Em belém, digo?
Compreendo a discordância, embora não a esperasse. Já se fosse a opinião do Heitor... acho que não me surpreenderia. Dou-me melhor com o olho enxuto, se possível brilhante, pois para a alternativa é preciso arcaboiço que não me assiste. Isto de se sofrer também tem a sua arte, não é?! Oxalá a Sara goste do vestido. Se fosse o meu número acho que ficava eu com ele. É um belo vestido. Em Belém e em geral: dupla, tripla, quadrúplica... :)
o corpo abandonado lacrimeja, triste, sem opção, sem procura, abandonado a si mesmo, estático, coração seco... só ficam as nevoas que os olhos deixam transparecer, fungando do nariz desleixo. Ficam sós, panelas destapadas...
mas "mentem-se" lágrimas comoventes quer d'amor como d'ódio
3 comentários:
Discordo da primeira parte.Não conheço mesmo outra forma de se representar.
Obrigado por me teres levado ao vidro duplo. Oxalá ela não perca a mortífera concisão.
Tu também és dupla? Em belém, digo?
Compreendo a discordância, embora não a esperasse. Já se fosse a opinião do Heitor... acho que não me surpreenderia. Dou-me melhor com o olho enxuto, se possível brilhante, pois para a alternativa é preciso arcaboiço que não me assiste. Isto de se sofrer também tem a sua arte, não é?!
Oxalá a Sara goste do vestido. Se fosse o meu número acho que ficava eu com ele. É um belo vestido.
Em Belém e em geral: dupla, tripla, quadrúplica... :)
o corpo abandonado lacrimeja, triste, sem opção, sem procura, abandonado a si mesmo, estático, coração seco... só ficam as nevoas que os olhos deixam transparecer, fungando do nariz desleixo. Ficam sós, panelas destapadas...
mas "mentem-se" lágrimas comoventes quer d'amor como d'ódio
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