Uma mulher intelectualmente admirada por um homem parece-me sempre uma criatura diminuída. Alguém a quem se dá cobertor e sopa quente.
Alguém suficiente apesar de invulgarmente identificado (acredite-se ou não, não fui eu mas é certo que podia ter sido) propôs que o Lutz desse destaque a este excerto das confissões ontem feitas às paredes do deserto, já que resolvera fazer um post sobre o assunto.
Como o conselho não foi seguido, faço-o aqui.
Prevaleço-me da oportunidade para participar que se aceitam cobertores e sopinhas reconstituintes. Requere-se apenas boa condição física e prova simples de vida neuronal. Brandura garantida. Inscrições, por favor, na fila do lado.
Alguém suficiente apesar de invulgarmente identificado (acredite-se ou não, não fui eu mas é certo que podia ter sido) propôs que o Lutz desse destaque a este excerto das confissões ontem feitas às paredes do deserto, já que resolvera fazer um post sobre o assunto.
Como o conselho não foi seguido, faço-o aqui.
Prevaleço-me da oportunidade para participar que se aceitam cobertores e sopinhas reconstituintes. Requere-se apenas boa condição física e prova simples de vida neuronal. Brandura garantida. Inscrições, por favor, na fila do lado.
2 comentários:
Pensei mesmo que "moi" foste tu!
Intelectualmente sempre admirei mais os homens que as mulheres, não por estas terem incapacidade para serem intelectuais, mas porquê as capacidades e os conceitos de verem a vida são distintos pelas suas naturais experiencias. Me indentifico mais com homens intelectuais que com mulheres. Eu, na minha propia forma de viver a vida, tendo aos sentimentos, a justiça imediata, clara, limpa. Apenas nisto, sou mais parecido com elas. Mas resulta que nos homens, afinal, estas atitudes são mais sublimes. Só que o homem,na sua educação social, é levado a não expressão total, ou, mesmo a não identificação com estes principios humanos.
Enviar um comentário